sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Leitura Orante da Bíblia

O primeiro passo é a leitura do texto. Começa-se pela escolha de um trecho da Bíblia, de

preferência um texto dos Evangelhos. Na leitura do texto, podemos conhecer primeiro a letra da Palavra de Deus, para penetrar em seguida no seu espírito e compreender seu sentido. Por essa razão, é preciso ler devagar, com toda atenção, e deixar-se envolver pelo texto. Assim, ele pode situar-nos no momento histórico em que foi escrito, para descobrir o que Deus queria dizer ao povo naquele tempo, o que Deus significava para aquele povo, como se revelava e como o povo na época reagia ao que Deus lhe revelava, isto é, à revelação de “como Deus amava seu povo”.



O segundo passo é a meditação do texto. Na meditação perguntamos o que diz o texto para mim, para nós, hoje? O que Deus quer dizer a nós hoje através do texto lido? Na meditação, trata-se, portanto, de tornar o texto atual e trazê-lo para dentro de nossa vida e realidade, tanto pessoal como social. Para melhor meditar, será bom repetir a leitura do texto, revolvê-lo e por assim dizer ruminá-lo e mastigá-lo, até descobrir o que ele tem a dizer a nós, hoje.


O terceiro passo é rezar. A oração, aliás, deve estar presente desde o início da leitura orante,

quando invocamos o Espírito Santo, a fim de que Ele nos ilumine e acompanhe na leitura. Também a meditação já é um pensar que vai se transformando em oração. De fato, a meditação nos deve levar à oração, nos deve levar a falar com Deus sobre o que o texto nos diz. Será uma oração de louvor e de súplica ao Deus que ama seu povo e me ama também individualmente.


No quarto passo, entramos na contemplação. Os três passos anteriores terminam assim por nos

fazer contemplar a Deus, nos colocam diante de Deus e nos fazem experimentar o mistério de seu amor, onde as palavras já não contam tanto, mas em que nos sentimos felizes de estar com Deus e de provar seu amor.


A ação: Aplicar a própria vida o que a Palavra ensinou.
Essa forma de leitura orante da Bíblia nos qualifica, obviamente, de modo muito vivo para anunciar esta Palavra aos outros e cria em nós o elã missionário, o impulso de levar outros a encontrarem-se com Jesus Cristo vivo, no Espírito Santo. E Jesus nos conduzirá ao Pai.

Arquidiocese de S.Sebastião do Rio de Janeiro
Seminário Animação Bíblica de toda a Pastoral
Maio/2010

Retiro da Iniciação Cristã do Vicariato Jacarepaguá


No último dia 22 de outubro, aconteceu o Retiro da Iniciação Cristã do Vicariato Jacarepaguá, que iniciou com a Santa Missa e contou com palestras, reflexões, dinâmicas e momentos de profunda oração.


Eis os temas abordados por nossos palestrantes:
- A Palavra de Deus no meu chamado, por Irmã Gabriela, CNSB
- Vivendo o meu chamado, por Flora Maria (coordenadora vicarial de crianças e adolescentes)
- Leitura Orante da Bíblia, por Bárbara M. Fonte (assessora arquidiocesana do pré catecumenato infantil)
- A alegria de viver o meu chamado com Geraldo (coordenador vicarial da Escola de Evangelização Santo André)


Terminamos esse maravilhoso retiro diante do Santíssimo Sacramento.
Agradecemos ao Bom Deus por mais um passo dado.

Algumas fotos:





sexta-feira, 21 de outubro de 2011




Mensagem de S.S. Papa Bento XVI para o 85º Mundial das Missões
23 de outubro de 2011.

“Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós” (Jo 20, 21)

Por ocasião do Jubileu do Ano 2000, o Venerável João Paulo II, no início de um novo milênio da era cristã, reiterou com força a necessidade de renovar o compromisso de levar a todos o anúncio do Evangelho, com “o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora” (Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte, 58). É o serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade e a cada pessoa individualmente em busca das profundas razões para viver a própria existência em plenitude. Por isso, o mesmo convite ressoa todos os anos na celebração do Dia Missionário Mundial. Com efeito, o anúncio incessante do Evangelho vivifica também a Igreja, o seu fervor, o seu espírito apostólico, renova os seus métodos pastorais a fim de que sejam cada vez mais apropriados às novas situações — inclusive as que exigem uma nova evangelização — e animados pelo impulso missionário: “A missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade cristãs, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio, no empenho pela missão universal” (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 2).


Ide e anunciai

Este objetivo reaviva-se continuamente através da celebração da liturgia, em especial da Eucaristia, que se conclui sempre evocando o mandato de Jesus ressuscitado aos Apóstolos: “Ide...” (Mt 28, 19). A liturgia é sempre uma chamada “do mundo” e um novo início “no mundo” para testemunhar o que se experimentou: o poder salvífico da Palavra de Deus, o poder salvífico do Mistério pascal de Cristo. Todos aqueles que encontraram o Senhor ressuscitado sentiram a necessidade de O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Eles, depois de ter reconhecido o Senhor ao partir o pão, “partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze” e contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho (Lc 24, 33-35). O Papa João Paulo II exortava a estarmos “vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor”!” (Carta ap. Novo millennio ineunte, 59).


A todos

Todos os povos são destinatários do anúncio do Evangelho. A Igreja “por sua natureza é missionária, visto que, segundo o desígnio de Deus Pai, tem a sua origem na missão do Filho e na missão do Espírito Santo” (Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Ad gentes, 2). Esta é “a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar” (Paulo vi, Exort. Ap. Evangelii nutiandi, 14). Consequentemente, nunca pode fechar-se em si mesma. Enraíza-se em determinados lugares para ir além. A sua ação, em adesão à palavra de Cristo e sob a influência da sua graça e caridade, faz-se plena e atualmente presente a todos os homens e a todos os povos para os conduzir rumo à fé em Cristo (cf. Ad gentes, 5).

Esta tarefa não perdeu a sua urgência. Aliás, “a missão de Cristo Redentor, confiada à Igreja, ainda está bem longe do seu pleno cumprimento... uma visão de conjunto da humanidade mostra que tal missão ainda está no começo e que devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço” (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 1). Não podemos permanecer tranquilos com o pensamento de que, depois de dois mil anos, ainda existam povos que não conhecem Cristo e ainda não ouviram a sua Mensagem de salvação.

Não só mas aumenta o número daqueles que, embora tendo recebido o anúncio do Evangelho, o esqueceram e abandonaram, já não se reconhecem na Igreja; e muitos âmbitos, inclusive em sociedades tradicionalmente cristãs, hoje são refratários a abrirem-se à palavra da fé. Está em ato uma mudança cultural, alimentada também pela globalização, de movimentos de pensamento e de relativismo imperante, uma mudança que leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que prescindem da Mensagem evangélica, como se Deus não existisse e exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da carreira e do sucesso como finalidade da vida, inclusive em detrimento dos valores morais.


Corresponsabilidade de todos

A missão universal envolve todos, tudo e sempre. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas é um dom a partilhar, uma boa notícia a comunicar. E este dom-empenho está confiado não só a algumas pessoas, mas a todos os batizados, os quais são “raça eleita... nação santa, povo adquirido” (1 Pd 2, 9), para que proclame as suas obras maravilhosas.

Estão envolvidas também todas as suas atividades. A atenção e a cooperação na obra evangelizadora da Igreja no mundo não podem ser limitadas a alguns momentos ou ocasiões particulares, e nem devem ser consideradas como uma das tantas atividades pastorais: a dimensão missionária da Igreja é essencial e, portanto, deve estar sempre presente. É importante que tanto cada batizado como as comunidades eclesiais se interessem pela missão não de modo esporádico e irregular, mas de maneira constante, como forma de vida cristã. O próprio Dia Missionário não é um momento isolado no decorrer do ano, mas uma ocasião preciosa para nos determos e refletirmos se e como correspondemos à vocação missionária; uma resposta essencial para a vida da Igreja.


Evangelização global

A evangelização é um processo complexo e inclui vários elementos. Entre estes, uma atenção peculiar da parte da animação missionária sempre foi dada à solidariedade. Este é também um dos objetivos do Dia Missionário Mundial que, através das Pontifícias Obras Missionárias, solicita a ajuda para a realização das tarefas de evangelização nos territórios de missão. Trata-se de apoiar instituições necessárias para estabelecer e consolidar a Igreja mediante os catequistas, os seminários, os sacerdotes; e também de oferecer a própria contribuição para o melhoramento das condições de vida das pessoas em países nos quais são mais graves os fenômenos de pobreza, subalimentação sobretudo infantil, doenças, carência de serviços médicos e para a instrução. Isto também faz parte da missão da Igreja. Anunciando o Evangelho, ela toma a peito a vida humana em sentido pleno. Não é aceitável, afirmava o Servo de Deus Paulo VI, que na evangelização se descuidem os temas relativos à promoção humana, à justiça e à libertação de todas as formas de opressão, obviamente no respeito pela autonomia da esfera política. Não se interessar pelos problemas temporais da humanidade significaria “esquecer a lição que vem do Evangelho sobre o amor ao próximo que sofre e está em necessidade” (cf. Exort. Ap. Evangelii nuntiandi, 31.34); não estaria em sintonia com o comportamento de Jesus, o qual "percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, proclamando a Boa Nova do Reino e curando todas as enfermidades e doenças" (Mt 9, 35).

Assim, através da participação co-responsável na missão da Igreja, o cristão torna-se construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos concedeu, e colabora para a realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade. Os desafios que ela encontra chamam os cristãos a caminhar juntamente com os outros, e a missão faz parte integrante deste caminho com todos. Nela conservamos, embora em vasos de barro, a nossa vocação cristã, o tesouro inestimável do Evangelho, o testemunho vivo de Jesus morto e ressuscitado, encontrado e acreditado na Igreja.

O Dia Missionário reavive em cada um o desejo e a alegria de "ir" ao encontro da humanidade levando Cristo a todos. Em seu nome concedo-vos de coração a Bênção Apostólica, em particular àqueles que mais trabalham e sofrem pelo Evangelho.

Vaticano, 6 de janeiro de 2011.
Solenidade da Epifania do Senhor
BENEDICTUS PP. XVI

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Campanha Missionária 2011: Missão na Ecologia

Por Pe. Camilo Pauletti


A Campanha Missionária é promovida em todo o mundo pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) e realizada todos os anos em outubro, mês das Missões. No Dia Mundial das Missões, penúltimo domingo do mês, todo católico é motivado a dar sua oferta de solidariedade para as Missões. A responsabilidade pelas Missões é de todos os batizados: “Anunciar o Evangelho não é para mim título de glória, é obrigação que me foi imposta. Ai de mim, se eu não evangelizar” (1Cor 9,16).


Na Campanha Missionária, refletimos um tema que normalmente está ligado ao tema da Campanha da Fraternidade. Assim neste ano o tema é: Missão na Ecologia. É um tema atual que toca a vida de todos, por isto é responsabilidade de todos cuidar daquilo que gera e defende esta vida. Nossa sobrevivência, depende do nosso amor pela criação de Deus. É ilusão achar que os recursos naturais são ilimitados e que podemos explorar para enriquecer e desenvolver a qualquer custo. Já experimentamos os efeitos do esgotamento de determinados bens, como a água, o ar puro, o espaço físico. Assim a vocação missionária que assumimos desde o batismo, assume este compromisso de defesa da vida em todas as formas possíveis, junto a família, comunidade, grupos eclesiais, movimentos, pastorais e toda sociedade.

As Pontifícias Obras Missionárias, coordenam e animam este mês de outubro, produzindo material, como: livrinho de novena missionária, nela também contém a mensagem do Papa; DVD com testemunhos, informações e formação missionária; cartaz; folhetos com preces e dados missionários para cada domingo e o envelope para a oferta. Este material é enviado a todas as Diocese do Brasil, e estas enviam as Paróquias para que cheguem as Comunidades, grupos eclesiais, escolas, etc. São mais de 150 toneladas de material enviados.

A oferta realizada no dia mundial das missões, tem um valor grande de solidariedade, partilha e compromisso de apoio e ajuda para as situações mais carentes de nossa Igreja em todo o mundo. Tem muito sentido quando fazemos com fé e sacrifício. O valor é enviado primeiro as POMs no Brasil, que depois repassa ao fundo universal de solidariedade em Roma, para ajudar onde for mais preciso.

Mais de mil Dioceses de territórios de Missão, principalmente na África e Ásia, recebem regularmente ajuda financeira anual proveniente das doações dos fiéis. Estas Dioceses apresentam à Congregação para a Evangelização dos Povos (Vaticano) pedidos de ajuda, entre outras necessidades, para catequese, evangelização, seminários, trabalhos das comunidades religiosas, meios de comunicação e transporte, construção de capelas, manutenção de creches, orfanatos, escolas, asilos, ambulatórios médicos, etc. Estas necessidades são providas com as doações arrecadadas todo ano.

No Brasil temos procurado crescer nesta dimensão missionária, seja na conscientização, compromisso e na generosidade. Mas podemos crescer mais, pois muito já recebemos, podemos agora “dar de nossa pobreza” (Puebla, 368). Para isto é necessário organizar a Campanha e fazer chegar a todos o apelo à solidariedade mundial.

O material do mês missionário, assim como relatório da coleta,estão publicados no site www.pom.org.br e na revista “SIM”.

“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da messe que mande operários para a Sua messe.” Estas palavras de Jesus em Lucas 10,1ss continuam válidas. Depois de dois mil anos, a messe continua grande e, os operários, poucos. Há o clamor forte, 70% da humanidade, não conhecem Jesus, mas falta quem O anuncie. A colaboração material de cada cristão católico para as Missões possibilita o envio cada vez maior de missionários “ad gentes”. É indispensável a oração, o sacríficio e a solidariedade. Nisto consiste o objetivo maior da Campanha Missionária do mês de outubro: despertar para a Missão todos os que dormem.

Vamos juntos nos unir e trabalhar, para que o mês missionário seja um tempo oportuno para dar mais valor a vida e manifestar nosso compromisso com outras realidades mais carentes que clamam nossa solidariedade.

domingo, 16 de outubro de 2011

Formação para a Iniciação Cristã


A Paróquia Divino Salvador (vicariato Suburbano), começou em julho deste ano de 2011 um programa permanente de formação com todos os segmentos da Iniciação Cristã. Na manhã do 3o domingo de cada mês, os agentes da Pastoral do Batismo, catequistas da Iniciação Cristã de crianças, adolescentes, jovens e adultos e o grupo de "Catequese e Família" se reúnem para darem os primeiros passos na estruturação do processo catecumenal na Comunidade.

Esta iniciativa do Pároco, está sob a supervisão da Ir. Lúcia Imaculada, coordenadora arquidiocesana e foi organizada da seguinte forma:


julho - Conhecendo e Estudando o Diretório da Iniciação Cristã
agosto - As etapas do Catecumenato
setembro - Testemunho de comunidades que já estão implementando o catecumenato
outubro - planejamento conjunto da Iniciação Cristã
novembro - a evangelização na Missão da Igreja

Exemplo louvável de construção participativa do processo catecumenal para a Iniciação Cristã. Os agentes e catequistas já manifestaram o desejo de mudança e de que a formação permanente continue e integre mais os segmentos.

E sua comunidade? O que tem feito para responder à exigência de "conversão pastoral" que nos faz o Documento de Aparecida para toda a Igreja da América Latina e Caribe? Partilhe suas boas experiências com a gente pelo e-mail: catequeserj@arquidiocese.org.br.



sábado, 8 de outubro de 2011

I Congresso Brasileiro de Animação Bíblica da Pastoral


FORMAÇÃO
Clique abaixo e faça o download de diversas palestras ministradas neste Congresso:



A Palavra de Deus é viva e eficaz...


Inicia-se hoje, dia 08 de outubro, às 8hs, o I CONGRESSO NACIONAL DE ANIMAÇÃO BÍBLICA DE PASTORAL! Esperamos que todos/as estejam bem animados/as para esse evento que certamente será um marco na caminhada da Igreja no Brasil.

Espera-se mais 500 congressistas no Auditório Madre Esperança Garrido em Goiânia -GO, para juntos discutirem essa que é uma aspiração e um pedido premente de nossa Igreja: que cada vez mais a Palavra de Deus se torne presente e eficaz na vida de nossos fiéis.

Durante três dias e meios estão previstas uma série de palestras, conferências e discussões com a presença das maiores autoridades em bíblia e animação de pastoral do país.

No sábado, o evento será aberto por D. Jacinto Bergman, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Animação bíblico catequética e em seguida teremos uma conferência com Pe. Joel Portela. À tarde Frei Carlos Mesters e Francisco Orofino conduzem a conferência falando sobre A Palavra Encarnada e Anunciada.

No domingo a presença de Valmor Silva, Ivone Richter e o Rvdo Erni, se fazem presentes na parte da manhã e Pe. Agenor Brighenti e D. Juventino Kestering falam sobre a Pastoral no mundo em mudança.

Segunda-feira retomam-se as discussões com a presença de Ir. Maria Aparecida Barboza, D. Jacinto Bergmann e Katiuska Cáceres. A noite os congressistas se reúnem para uma noite cultural na PUC de Goiás.

Na terça-feira o Congresso se encerra com os Grupos de discussão organizados por Regional propondo sugestões para os encaminhamentos da ABP nos respectivos regionais.

Aos congressistas nossos votos de que o encontro se faça sobre a luz do Espírito Santo e que das discussões promovidas, se faça acontecer no Brasil uma ampla e profunda Animação Bíblica da Pastoral.

Por Marlene - Foz do Iguaçu PR

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dia do Nascituro 2011

Convite para a Celebração Eucarística pela vida, na Arquidiocese do Rio de Janeiro