segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Encontro de Coordenadores 2012


Vem aí...

O Encontro de Coordenadores da Iniciação Cristã 2012


Fique atento para o dia e local de seu vicariato:


Vicariatos Norte, Sul e Urbano
Dia 04 de fevereiro, de 8h às 13h
Local: Edifício João Paulo II (Rua Benjamin Constant, 23, 2º andar - Glória)


Vicariato Oeste
Dia 04 de fevereiro, de 14h às 17h30
Local: Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Av. Santa Cruz, 1.125 - Realengo)



Vicariato Jacarepaguá
Dia 03 de março, de 8h às 13h
Local: Paróquia Nossa Senhora do Loreto (ladeira da Freguesia, 375 - Freguesia, Jacarepaguá)


Vicariatos Leopoldina e Suburbano
Dia 17 de março, de 8h ás 13h
Local: Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Av. Vicente de Carvalho, 970 - Vicente de Carvalho)



Informações pelo telefone: 2292-3132, ramais 442 e 445 ou pelo e-mail: catequeserj@arquidiocese.org.br

Encontro para todos os coordenadores da matriz e capelas, de todos os segmentos (Pastoral do Batismo, Crianças e Adolescentes, Jovens e Adultos, Catequese Especial). 


Hino da Campanha da Fraternidade 2012

Ouça, curta e divulgue.




Hino CF 2012
Letra: Roberto Lima de Souza
Música.: Júlio Cézar Marques Ricarte


1. Ah! Quanta espera, desde as frias madrugadas,
Pelo remédio para aliviar a dor!
Este é teu povo, em longas filas nas calçadas,
A mendigar pela saúde, meu Senhor!

Tu, que vieste pra que todos tenham vida, (Jo 10,10)
Cura teu povo dessa dor em que se encerra;
Que a fé nos salve e nos dê força nessa lida, (Mc 5, 34)
E que a saúde se difunda sobre a terra! (Cf Eclo 18,8)

2. Ah! Quanta gente que, ao chegar aos hospitais,
Fica a sofrer sem leito e sem medicamento!
Olha, Senhor, a gente não suporta mais,
Filho de Deus com esse indigno tratamento!

3. Ah! Não é justo, meu Senhor, ver o teu povo
Em sofrimento e privação quando há riqueza!
Com tua força, nós veremos mundo novo, (Cf Ap 21,1-7)
Com mais justiça, mais saúde, mais beleza!

4. Ah! Na saúde já é quase escuridão,
Fica conosco nessa noite, meu Senhor, (Cf Lc 24,29)
Tu que enxergaste, do teu povo, a aflição
E que desceste pra curar a sua dor. (Cf Ex. 3,7-8)

5. Ah! Que alegria ver quem cuida dessa gente
Com a compaixão daquele bom samaritano. ( Lc. 10,25-37)
Que se converta esse trabalho na semente
De um tratamento para todos mais humano!

6. Ah! Meu Senhor, a dor do irmão é a tua cruz!
Sê nossa força, nossa luz e salvação! (Cf. Sl. 27,1)
Queremos ser aquele toque, meu Jesus, (Cf. Mc. 5,20-34)
Que traz saúde pro doente, nosso irmão!


Clique aqui e baixe o Texto Base

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Auto de São Sebastião torna visível o exemplo do Padroeiro



As 200 mil pessoas que foram se unindo ao longo de todo o trajeto da procissão em honra ao Padroeiro da Cidade chegaram à Avenida Chile, em frente à Catedral Metropolitana, no Centro do Rio, para conhecerem melhor a vida do Santo Mártir, reproduzida no Auto de São Sebastião.

“Através de uma vida de santidade, um homem soube como fazer o mundo melhor” — anunciou São Sebastião o texto de Walcyr Carrasco, representado pelos 22 atores da Companhia Julieta de Serpa, sob a direção de Márcio Fonseca.

Para o Presidente da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Serpa, o espetáculo apontou as semelhanças entre o Padroeiro e os cariocas, deixando aos que o assistiram uma mensagem de incentivo à caminhada cristã e à boa vivência cidadã:
— O Auto de São Sebastião mostrou uma relação das coisas que aconteceram naquela época com as coisas que acontecem no Rio de Janeiro, com suas mazelas, seus problemas; e a gente pode modificar essa sociedade, assim como São Sebastião pôde fazer. A gente mostrou as flechas que podem desfigurar a nossa Cidade, como as que desfiguraram São Sebastião, mas que não o levaram à morte graças a sua obstinação pelo Cristo. A mensagem mostra a esperança que o povo do Rio de Janeiro deve ter em Cristo para que a população ajude a melhorar ainda mais a cidade do Rio de Janeiro. (...) A vida de São Sebastião é um exemplo para mostrar que é preciso acreditar, ter fé para que as mudanças se realizem. Daí a importância da obra de arte, da peça, do teatro como uma forma viva, lúdica de evangelização, contou.

A arte cênica
A encenação retratou a tortura que os cristãos do ano II viveram, sob o jugo do Imperador Diocleciano (ator Bruno Torquato), que acreditava que ele mesmo era um deus e desprezava e condenava à morte aqueles que criam diferente. Sebastião (ator Roberto Padula), soldado da guarda do Imperador, num primeiro momento foi nomeado Comandante da Guarda, se tornando o homem de confiança do Imperador, por tê-lo livrado de um assassinato. Embora o jovem soldado exercesse bem o seu ofício, sendo valente nas frentes de combate, não deixava de lado sua fé e nem seus irmãos cristãos. Ele ia, inclusive, visitá-los nas prisões para consolá-los e animá-los na fé. Só que a promoção de Sebastião causou inveja e ele, então, foi denunciado como cristão para o Imperador. Esse, ao averiguar com o próprio Sebastião a veracidade da informação, ao pedir que ele adorasse a outros deuses, teve a afirmação sobre a fé cristã do jovem e ainda, ao acusá-lo de traição, ouviu a seguinte indagação: “Minhas atitudes não refletem a beleza dos mais puros princípios cristãos?” O Imperador, então, mandou que Sebastião, sob a acusação de infidelidade, fosse amarrado a uma árvore e morto a flechadas. Tal sentença seria, segundo a autoridade em vigor, “impossível à sobrevivência”, mas o jovem militar resistiu. Foi achado, no meio da floresta, por Irene, uma cristã, que, ao ver que ele estava vivo, o levou para casa e cuidou das suas feridas. Ao se recuperar, Sebastião voltou ao Imperador para dar testemunho de sua fé e oferecer a ele a possibilidade de conversão à crença em Jesus, mas ele se recusou. E deu nova ordem: que o jovem fosse espancado com pauladas e bolas de chumbo até a morte. Para evitar que o corpo de Sebastião fosse venerado pelos cristãos, foi jogado em esgoto público. Mas Luciana, mais tarde também canonizada, o encontrou e sepultou numa catacumba.

A encenação também relatou a importância do exemplo de São Sebastião para os cariocas, recordando a primeira Imagem trazida por Estácio de Sá para o Rio de Janeiro, em 1565, e a invocação da intercessão do Santo na expulsão dos franceses, em 1567. As flechas da violência, do tráfico, da não assistência aos enfermos, da miséria e da falta de caridade que atualmente, como as que feriram São Sebastião, machucam o Rio de Janeiro, foram destacadas e apresentadas ao Padroeiro, durante a bela oração que encerrou o Auto deste ano.

— Que as flechas que se abatem sobre a nossa Cidade e nosso povo não nos desanimem. (...) Que aqui saibamos construir a paz e a fraternidade. (...) Os cariocas têm sempre a possibilidade de transformar esta Cidade porque eles têm um coração religioso e bom, capaz de fazer o bem, disse o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta.
Encerrando as atividades, Dom Orani celebrou Missa Solene, com a Catedral Metropolitana repleta de gente. 

Portal da Arquidiocese

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Ano do Discipulado para a Arquidiocese do Rio





O dia 20 de janeiro – no qual a Igreja celebra a memória de São Sebastião — marcará o início do Ano do Discipulado na Arquidiocese do Rio de Janeiro, que tem o Jovem Mártir por Padroeiro. A definição surgiu durante o desenvolvimento do 11º Plano de Pastoral de Conjunto (PPC) como um modo concreto de a Igreja local viver a nova evangelização.


— O Ano do Discipulado tem o objetivo de responder ao convite da Igreja para se pensar a respeito da fé. A proposta consiste em viver tudo o que se está fazendo, só que sob o enfoque específico do discipulado. Em outras palavras, cada tema, cada reunião, cada leitura da Palavra de Deus, tudo enfim, sempre respondendo à pergunta central: “o que significa ser discípulo(a) de Jesus Cristo?” , esclareceu o coordenador arquidiocesano de pastoral, Monsenhor Joel Portela.

Cada ano do período do 11º PPC, que compreende 2012-2016, terá um tema específico a ser trabalhado. O deste ano é Jesus Cristo, sua pessoa e mensagem, de forma a refletir sobre a relação pessoal que se tem com o Senhor, sobre a fé e o discipulado. Em 2013, a reflexão será sobre a missão. Cada um destes anos vai sempre começar na festa de São Sebastião e terminar na festa de Cristo Rei.

De acordo com Monsenhor Joel, embora não haja atividades específicas preparadas para o período, mas sim um espírito com o qual vai se viver o conjunto do que já é feito, haverá uma prioridade pastoral.

— Haverá uma prioridade pastoral, que é a Iniciação Cristã. Cuidaremos com mais afinco da Animação Bíblica de toda a Pastoral, afirmou.

São Sebastião apresentará o Ano do Discipulado

O Rio de Janeiro sempre amou e celebrou seu padroeiro, São Sebastião. Nos últimos anos, estas celebrações tomaram um caráter nitidamente missionário. E, nesta trezena em honra ao Santo, esse “Jovem Discípulo de Jesus Cristo”introduzirá a Arquidiocese na reflexão sobre o discipulado.


— Ao contemplar São Sebastião descobrimos o que significa ser discípulo de Jesus Cristo. Descobrindo-nos como discípulos, nos percebemos também como missionários, vivendo intensamente a Caravana de São Sebastião, não apenas nos dias que antecedem a grande festa. Apaixonados por Jesus Cristo, viveremos em espírito de caravana, em espírito de missão o ano inteiro, motivou Monsenhor Joel.

Ele também acredita que 2012 é para a cidade e a Arquidiocese do Rio de Janeiro um ano muito especial para contar com a oração do Santo:

— Já que terá início o 11º PPC e vai haver a aceleração dos trabalhos em preparação à Jornada Mundial da Juventude, como não começar tudo isso tendo São Sebastião como padroeiro, intercessor, amigo, modelo e irmão em toda a caminhada?, questionou.


Para ele, durante a trezena, “além do povo ir a Jesus Cristo, através de São Sebastião, Jesus Cristo, através de São Sebastião, vai a todas as pessoas”.

Nice Affonso
Portal da Arquidiocese

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

As Quatro Velas



Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam... 

A primeira disse: 
- Eu sou a paz! ...Apesar da minha luz, as pessoas não conseguem manter-me; acho que vou apagar.. 

E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente. 

A segunda disse: 
- Eu me chamo fé!... Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem saber de Deus. Não faz sentido continuar queimando. 

Ao terminar sua fala, um vento bateu levemente sobre ela e esta acabou apagando. 

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou: 
- Eu sou o amor!...Não tenho mais forças para queimar. 

As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles a sua volta que os amam. 

E sem esperar mais nada, apagou-se. 

De repente...entrou uma Irmã e viu as três velas apagadas. 

Que é isto?...Vocês deviam ficar acesas e queimar até o fim. Dizendo isso começou a chorar. 

Então a quarta vela falou: 
- Não tenhas medo Irmã...enquanto eu ainda queimar, podemos acender as outras velas. Eu sou a esperança!... 

A Irmã com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu as demais... 

“QUE A VIRTUDE DA ESPERANÇA JAMAIS SE APAGUE DENTRO DE NÓS” 

Autor desconhecido