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domingo, 29 de agosto de 2021

Comissão envia mensagem por ocasião do Dia do Catequista

 

No último domingo de agosto de cada ano a Igreja lembra, com gratidão e apreço, a pessoa do catequista. Para a Igreja no Brasil, celebrar o Dia do Catequista é uma forma de reconhecimento sobre a importância e grandeza deste ministério a serviço da evangelização.

Em um vídeo, em nome do episcopado brasileiro, o arcebispo de Curitiba e presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom José Antônio Peruzzo, demonstrou gratidão pelo ministério catequético, pela vocação de catequista e pela liberdade e disposição de dar uma resposta a Jesus. “Sua relação de discípulo e discípula com ele moveram-no a fazer da fé recebida e professada também um dom”, diz dom Peruzzo.

“Talvez você também não consiga imaginar o quanto está ou estará presente na vida de seus catequizandos. Eles giram o mundo hoje, mas vão recordar de sua pessoa e seu testemunho de catequista. Se no exercício da catequese além da paixão pelos catequizandos há também a alegria de seguir o Senhor, eles nunca vão esquecer o testemunho dado, deixado, irradiado”, comenta dom Peruzzo.

No vídeo, o arcebispo também deixou uma recomendação aos catequistas. “A catequese e os catequistas são uma potência evangelizadora da Igreja no Brasil, mas aqui não se trata de grandezas ou de envaidecimentos, mas de que somos escolhidos e somos chamados e enviados”, chamou a atenção.

Catequista, com muita gratidão, com muito afeto quero dizer que o Senhor Jesus lhe dará um grande abraço um dia, um grande abraço de gratidão por ter aceito e dedicado tempo e inteligência, afeições, criatividades, tudo para que o nome do Senhor Jesus fosse compreendido e amado. Que o Senhor multiplique em bênçãos queridos catequistas, pela bênção que é você para a Igreja. Muito obrigado”, finaliza dom Peruzzo.

Além do vídeo, a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética também enviou uma carta aos catequistas de todo o Brasil. O texto também é assinado por dom Peruzzo. Confira-o (aqui).


Depoimentos
O portal da CNBB também conversou com alguns dos coordenadores da Animação Bíblico-Catequética nos regionais da CNBB. Eles falaram sobre a importância da vocação do catequista.

Anamar Ferreira Arrais, coordenadora no regional Centro-Oeste, disse que ser catequista é estar a serviço da Palavra de Deus. Para ela, a “vocação do catequista é inspiração de Deus”.

Débora Regina Pupo, coordenadora no regional Sul 2, afirmou que ser catequista é estar aberta ao chamado divino que “encanta e que também traz a responsabilidade de ser educador na fé”.

Padre Wagner Francisco de Sousa Carvalho, coordenador no regional Nordeste 4, reiterou o que salienta Diretório da Catequese quanto à identidade e vocação do catequista. “O Diretório o define como guardião da memória de Deus e eu acho muito bonito este termo e essa definição que foi dada ao catequista, porque o guardião é aquele que olha, observa, vigia; mas o Diretório diz que como guardião ele não apenas olha, ele preserva, nutre a memória de Deus”.


Fonte: https://www.cnbb.org.br/comissao-envia-mensagem-por-ocasiao-do-dia-do-catequista-confira-testemunhos-vocacionais/

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Carta aos Catequistas - 2020



Brasília - DF, 27 de agosto de 2020.

Caríssimos (as) Catequistas do Brasil


Mais uma vez estamos a celebrar o Dia do (a) e da Catequista. E outra vez tenho a alegria de lhe manifestar, em nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a gratidão da Igreja por sua vocação, por seu serviço, por seu ministério, por sua fé partilhada. Talvez nunca sejamos suficientemente gratos àqueles (as) que oferecem do seu tempo, dos seus afetos, dos seus dons, para partilhar com os (as) catequizandos (as) a fé que receberam e os encantos da amizade com Jesus Cristo.


O tempo lhe ensinou, querido (a) Catequista, que a Catequese não é apenas uma função a desempenhar. Para apresentar certas verdades parece bastar competência pedagógica. Mas quando se trata de apresentar uma pessoa, mais ainda, quando se trata de transmitir o amor de alguém, então é preciso muita intimidade. Intimidade com o Senhor Jesus e afeição aos catequizandos. Com o Senhor se trata de Vocação. Com os catequizandos se trata de Missão. Nestas duas realidades o Espírito Santo esteve lá.

Recorda de sua experiência vocacional? Nestes tempos de pandemia sentiu saudades deles, os catequizandos? O Espírito Santo continua a lhe “inquietar” o coração. Ele é capaz de tornar fecundas até as lágrimas que a missão suscita.


Com muito respeito e afeto quero lhe recomendar muito zelo por sua espiritualidade. A “Catequista de Nazaré” pode lhe ajudar muito a compreender que catequese não é apenas um modo de fazer. É, antes, um modo de ser. De fato, Catequese não é possível sem a ação do Espírito Santo. Técnicas pedagógicas, personalidades cativantes nunca substituem o “mestre interior”, o Espírito de Deus. Por isso mesmo gostaria de enfatizar: seja orante. Seja orante servindo-se da Palavra. E suas palavras serão pronúncia viva da ternura de Deus pelos seus catequizandos.


Termino dizendo-lhe, mais uma vez, que o episcopado brasileiro louva a Deus pelos (as) Catequistas deste nosso Brasil. Até o seu silêncio orante faz ecoar da voz do Senhor.


Com muito carinho,


Dom José Antônio Peruzzo
Arcebispo de Curitiba - PR
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a
Animação Bíblico-Catequética

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Dia dos Catequistas

D. Orani João Tempesta
Cardeal Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro

No quarto domingo, celebramos a vocação dos leigos e leigas e, como coincide com o último domingo do mês, comemora-se também o dia do catequista. A Igreja insiste hoje no protagonismo dos leigos, seja nos âmbitos da fé e da comunidade eclesial, mas preferencialmente na esfera do mundo. O leigo cristão tem a missão de ser o fermento de transformação profunda das realidades temporais, vivendo na comunhão da Igreja.
Os Leigos são cristãos que têm uma missão especial na Igreja e na sociedade. Pelo batismo, receberam essa vocação que devem vivê-la intensamente a serviço do Reino de Deus. Na Igreja existem as diversas vocações: a sacerdotal, a diaconal, a religiosa e a leiga. Todas são muito importantes e necessárias, pois brotam do Batismo, fonte de todas as vocações.
Dentro da comunidade eclesial, os leigos são chamados a desempenhar diversas tarefas: catequista, Ministro Extraordinário da Comunhão Eucarística, agente das diferentes pastorais, serviço aos pobres e aos doentes. São chamados, também, a colaborar no governo paroquial e diocesano, participando de conselhos pastorais e econômicos. Não como simples colaboradores do bispo e dos padres, mas como membros ativos da comunidade, assumindo ministérios e serviços para o engrandecimento da Igreja de Cristo.
Catequista é aquele/aquela que se coloca a serviço da Palavra, que se faz instrumento para que a Palavra ecoe. O Senhor chama você para que, através da sua vida, da sua pessoa, da sua comunicação, a Palavra seja proclamada, Jesus Cristo seja anunciado e testemunhado.
A vocação do catequista: ser catequista é ter consciência de ser chamado e enviado para educar e formar na fé. Sabemos que há diversidade de dons e de ministérios, mas o Espírito Santo é o mesmo. Existem diversos modos de ação, mas é o mesmo Deus que age em todos e realiza tudo em todos. É assim que nos diz a Bíblia, a Palavra de Deus. Carisma é um dom do alto, que torna seu portador apto a desempenhar determinadas atividades e serviços em vista da evangelização e da salvação. Todo catequista tem um carisma e recebe este dom, que assume a forma do serviço da catequese na comunidade. É uma graça acolhida e reconhecida pela comunidade eclesial, que comporta estabilidade e responsabilidade. Ser catequista é uma vocação e uma missão.
A missão dos catequistas: uma das preocupações fundamentais da Igreja hoje é a formação de seus agentes pastorais. Temos necessidade de muitos e santos evangelizadores. A vocação é essencialmente eclesial e está destinada ao serviço e ao bem da comunidade. A Igreja, como assembleia dos vocacionados à santidade, tem o compromisso e o dever de preparar adequadamente, seus filhos e filhos para que realizem, com fé, amor e eficácia, o projeto de evangelização.
A pessoa do catequista é fundamental para a vida da Igreja. Por meio dela a Igreja vai exercendo de um modo específico a “educação da fé”. Bela missão, rica de possibilidades e, também, de desafios imensos. Ao percorrer um ano de atividades, nas suas mais variadas expressões e condições, segundo as diversas realidades pessoais, culturais, geográficas e mesmo de experiência de fé, convidamos todas as pessoas que exercem essa bela e árdua missão a lançarem um olhar sobre o caminho percorrido para avaliação e um olhar para o futuro, para programação.
O documento Catequese Renovada, números 144-151, apresenta um roteiro geral sobre a missão de catequista, que podemos assim resumir:
O catequista exerce sua missão em nome de Deus e da comunidade profética, em comunhão com os pastores da Igreja;
O catequista anuncia a Palavra e denuncia tudo o que impede o ser humano de ser ele mesmo e de viver sua vocação de filho de Deus;
O catequista ajuda a comunidade a interpretar criticamente os acontecimentos, a libertar-se do egoísmo e do pecado e a celebrar sua fé na Ressurreição.
Contudo, para cumprir bem sua missão, o catequista deve ser uma pessoa inserida na comunidade eclesial, ter um espírito de abertura e humildade para procurar sempre crescer. É indispensável que o catequista tenha uma experiência pessoal e comunitária da fé para que sua missão seja frutuosa. Importante, ainda, é a participação do catequista em cursos de capacitação, mas é necessário também que tenha consciência de ser membro de uma equipe que trabalha para o mesmo objetivo e por isso deve cultivar uma vida comum, refletir, organizar, trabalhar e avaliar junto e, ainda, celebrar comunitariamente a fé e a missão.
Cumprimento, com grande gratidão, a todos os catequistas de nossa Arquidiocese e agradeço, de coração, seu generoso trabalho de “transmissores da fé” aos nosso catequisandos. A todos os catequistas invoco a proteção e a bênção da Santíssima Trindade para o seu generoso e precioso trabalho pastoral. Deus vos abençoe!


sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Celebração do Dia do Catequista 2019

Celebração Dia do Catequista 2019

Batizados e Enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo

Querida irmã e caríssimo irmão Catequista, Graça e paz em Cristo Jesus!

Estamos no mês vocacional e nos preparamos para celebrar o dia do catequista, 25 de agosto. Crescemos na convicção de que a catequese está a serviço da iniciação à vida cristã e em nossas realidades se fortalece a prática da inspiração catecumenal para todas as formas de educação na fé.

Estamos em sintonia com o mês da Bíblia, onde refletiremos sobre a Primeira Carta de São João, o mês missionário extraordinário e o sínodo para a Amazônia. Com essas intuições, apresentamos a proposta de uma Celebração para o DIA DO CATEQUISTA, que poderá ser feita no grupo de catequistas e também adaptada à Celebração Eucarística.

Recomendamos que a Celebração seja preparada com antecedência pela equipe de catequistas, liturgia e cantos. 

Nossa gratidão aos inúmeros catequistas espalhados pelo Brasil.

Parabéns Catequistas!  

Ambiente:
Bíblia, cruz missionária (ou outra), vela bonita, bacia com água e pétalas de flores, óleo perfumado, incenso.

Refrão meditativo:
Tudo por causa de um grande amor! Tudo por causa de um grande amor!
Tudo, Tudo por causa de um grande amor! Por causa de um grande amor!

Motivação inicial:
Animador: Querida comunidade, queridos catequistas! Estamos reunidos para celebrar o nosso chamado e a nossa missão. Rendemos graças ao Senhor da vida, que nos chamou a vida e, pelo batismo, nos envia como seus missionários, para anunciar ao mundo a salvação de Jesus Cristo, morto e ressuscitado, vida e esperança para nossos povos. De modo especial, nestes dias que lembramos da vocação dos nossos catequistas, agradecemos ao Senhor por Eles, que são protagonistas de nossas comunidades no processo de iniciação à vida cristã. Esta celebração nos ajudará a viver sempre mais o sentido missionário da nossa adesão a Jesus Cristo. 

Hino de Abertura:
Venham, catequistas, ao Senhor cantar (bis) Ao Deus do universo, venham festejar (bis)
Seu amor por nós, firme para sempre (bis) entrada da cruz missionária Sua fidelidade dura eternamente (bis)
Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis)
Vivamos o batismo com todo o fervor (bis) entrada da bacia com água Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis)
Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis) entrada do incenso Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis)
Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis) 

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Catequistas: leigos e leigas na jardinagem da fé

No quarto domingo de agosto, dentro do Mês Vocacional, a Igreja celebra a vocação dos leigos e leigas, e exalta, em particular, a pessoa do catequista. São homens e mulheres que, decididos a servirem o Senhor, que os tirou da casa da escravidão (Js 24, 17), passam a transmitir “os rudimentos da doutrina de Cristo” (Hb 6, 1), como agentes da Iniciação à Vida Cristã, junto a crianças e adultos, em nossas paróquias. A liturgia deste domingo põe em relevo a nobre tarefa de se conduzir outros ao encontro com o Ressuscitado - cujas palavras “são espírito e vida” - para que, descobrindo “quão suave é o Senhor” (Sl 33), experimentem a alegria do Evangelho; e, no discipulado, cheguem também à feliz indagação de Pedro: se não a Cristo, “a quem iremos?” (Jo 6, 69).
Em sua mensagem para o Dia Nacional do Catequista, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, Dom José Antônio Peruzzo, afirma que “foi grande a sabedoria que inspirou a inserção deste dia nos quadros do Mês Vocacional. As palavras ‘voz’ e ‘vocação’ vêm da mesma raiz latina. E é assim que a Igreja os reconhece, queridos e queridas catequistas. São evangelizadores que respondem a um apelo que lhes ressoa desde dentro, desde o coração”, diz ele.
A coordenadora arquidiocesana da Iniciação à Vida Cristã, irmã Patrícia Violeta de Maria, da Congregação de Nossa Senhora de Belém, recorda o ensinamento da mãe fundadora, Madre Maria Helena Cavalcanti: “Catequizar é ensinar a ver Deus na transparência das coisas”. Segundo a irmã Violeta, “o trabalho de evangelização, exercido pelos catequistas, vai além daquele encontro semanal. É necessário que atinja todo o seu ser e tudo o que faz parte de sua vida, para que sua pupila esteja dilatada pelo ‘colírio’ da fé, levando-o a enxergar a presença de Deus em todos os acontecimentos de sua vida”.
Confira, aqui, a experiência de quatro catequistas da Arquidiocese do Rio, que se empenham na educação da fé de nossas crianças, jovens, adultos e pessoas especiais:

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

O mês das vocações tem dia dedicado àqueles que se colocam a serviço da Palavra: os catequistas

O mês de agosto, conforme o costume da Igreja no Brasil, é dedicado à oração, reflexão e ação nas comunidades sobre o tema das vocações. Especialmente neste período, todos são chamados para assumir de forma generosa os ministérios, e neste contexto, não poderíamos esquecer daqueles que se colocam à serviço da Palavra: os catequistas.
Pela valorização de seu trabalho e missão, os catequistas têm um dia nacional dedicado a eles, comumente celebrado no último domingo de agosto. Neste ano, por coincidência, o Dia Nacional do Catequista cairá no quarto e último domingo do mês, 26, período em que a Igreja também celebra a semana de orações para os ministérios e serviços na comunidade.
Como de praxe, todo ano a Comissão para a Animação Bíblico Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulga uma mensagem aos catequistas. Desta vez, o presidente da Comissão, dom José Antônio Peruzzo, afirma que são eles os “evangelizadores que respondem a um apelo que lhes ressoa desde dentro, desde o coração”.
O fato é que a vocação do catequista é fundamental no centro da vida paroquial. São eles os responsáveis por se colocar a serviço da Palavra, são instrumentos para que ela ecoe. O padre Antonio Marcos Depizzoli, assessor da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética, afirma que no processo de vivência e transmissão da fé, o catequista é a pessoa que acolhe a melhor herança que pode ser entregue a alguém: a graça de ser filho/a de Deus, de participar da natureza divina. 
“Nesse itinerário de fé, o seguidor de Jesus Cristo reconhece que sua vida e missão é resposta ao chamado para viver numa contínua relação com o mistério Pascal de Cristo e com o mistério da Igreja. A cada novo dia, há uma nova oportunidade para louvar a Deus Pai que por seu Filho, Jesus Cristo, nos chama à santidade, na força e graça do Espírito Santo. Mas, a Igreja no Brasil, em sua sabedoria, tem proporcionado um mês com ênfase toda especial para despertar, mais e mais, na vida de cada vocacionado o quão precioso é ser filho/a de Deus”, afirma o padre.
Nesse contexto, o sacerdote diz que celebrar um dia solene do vocacionado (catequista) é, de acordo com ele, uma ocasião de muita bênção: “Sinaliza para modos específicos de colaborar na expansão do Reino de Deus. Esse dia inspira a alegria de ser chamado à vida cristã e a gratidão pelo dom de, mesmo na nossa fragilidade, poder contribuir generosamente para que outros ouçam a vocação/chamado que Deus lhes faz e sejam ajudados a responder”.
Especialmente no Ano do Laicato, época em que a Igreja insiste no protagonismo dos cristãos leigos, convidando-os a assumir papeis ativos na Igreja e na sociedade, os catequistas se tornam protagonistas dessa história. “O catequista é um cristão, atualmente, em sua grande maioria, leigo ou leiga, que segue Jesus Cristo apaixonadamente. São homens e mulheres, de idades diferentes, com suas histórias de encontro pessoal com Cristo e vida comunitária, presentes em todos os lugares do Brasil. Diante dos desafios que são próprios de cada contexto, caminham encantados pelo Senhor, como ‘mestres’ em despertar outros para a alegria e entusiasmo em viver na comunidade dos discípulos missionários de Jesus Cristo”, afirma padre Depizzoli.
Para o padre Depizzoli, o Ano Nacional do Laicato é dom e tarefa para o cristão catequista aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade.

Preparação
No contexto de celebração para o Dia do Catequista, a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética preparou além da mensagem para todos eles, uma sugestão de celebração. Nesse ano, ela foi elaborada no contexto do itinerário para a 4ª Semana Brasileira de Catequese (SBC), que acontecerá de 14 a 18 de novembro, em Itaici (SP).
A celebração para o dia 26 de agosto, segundo padre Antonio Marcos traz uma profunda reflexão orante a partir do simbolismo da logomarca da 4ª SBC. Ela está disponibilizada em formato PDF nos canais de comunicação da Comissão e faz parte do subsídio intitulado “Caminho Orante para a 4ª Semana Brasileira de Catequese”, publicado pela Edições CNBB.


“Louvemos, irmãos e irmãs, a Deus nosso Senhor de amor e misericórdia pelo dom da vida, vocação e missão de cada catequista em nosso querido e imenso Brasil. Que desse Dia Nacional do Catequista (26 de agosto de 2018) e da vivência da 4ª Semana Brasileira de Catequese a serviço da iniciação à vida cristã todos sejamos fortalecidos no “apaixonamento” por Jesus Cristo e na graça do Espírito Santo sejamos missionários entusiasmados no anúncio do Reino, finaliza o padre.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/no-mes-das-vocacoes-catequistas-tem-dia-especial-dedicado-a-eles/

  

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Feliz Dia do Catequista!

Em homenagem ao Dia do Catequista, postamos aqui algumas paróquias que nos enviaram fotos. Estas representarão todos os catequistas de nossa Arquidiocese.
Pedimos a Deus e à nossa Mãe Maria que abençoem imensamente a todos que se dedicam a esta linda e incansável missão.

PARABÉNS A TODOS OS CATEQUISTAS, AGENTES DA PASTORAL
DO BATISMO E INTRODUTORES!

Paróquia São José (Barros Filho)
2ª forania do Vicariato Suburbano

Paróquia Santo Sepulcro (Madureira)
5ª forania do Vicariato Suburbano

Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora (Jacarezinho)
6ª forania do Vicariato Norte

Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Santa Margarida - Campo Grande)
2ª forania do Vicariato Santa Cruz

Basílica Santuário da Penha (Penha)
4ª forania do Vicariato Leopoldina

Paróquia Anunciação a Nossa Senhora (Riachuelo)
4ª forania do Vicariato Norte

Paróquia São Geraldo (Olaria)
3ª forania do Vicariato Leopoldina
PASTORAL DO BATISMO

Paróquia São Geraldo (Olaria)
3ª forania do Vicariato Leopoldina
PRÉ-CATECUMENATO

Paróquia São Jerônimo (Coelho Neto)
2ª forania do Vicariato Suburbano
PASTORAL DO BATISMO

Paróquia São Jerônimo (Coelho Neto)
2ª forania do Vicariato Suburbano
INICIAÇÃO CRISTÃ DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Capela Nossa Senhora das Graças
Paróquia São Brás (Madureira)
5ª forania do Vicariato Suburbano

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

CNBB divulga Mensagem aos Catequistas


Querido Irmão, querida Irmã Catequista, 

            Transcorrerá no dia 27 de agosto de 2017 o Dia do Catequista. Como o tempo parece muito veloz escrever-lhe outra vez pode até parecer apenas um hábito que se repete a cada ano. Mas se lançarmos um olhar às tantas experiências catequéticas de amor, de dor, de cruz e de vitórias, então as lembranças conferem sentido a estas linhas. Esta carta, além de uma palavra de gratidão em nome dos Bispos do Brasil, quer lhe encorajar à perseverança.
            Lembra daquele catequizando(a) repleto de muitas carências, que esboçou um sorriso tímido ao receber seu gesto de ternura de catequista? É bem possível que a Catequese seja um dos poucos ambientes em que alguém lhe manifestou afeto. E Você Catequista estava lá para amar aquele(a) que Deus queria abraçar. Nem Deus nem o catequizando vão esquecer. Se por um lado houve caminhos espinhosos, por outro, quão belas devem ter sido aquelas experiências de amor gratuito!!
            Enquanto escrevo recordo a página de um excelente catequista de outros tempos. Refiro-me ao evangelista Mateus. Em Mt 14,14 ele destacou que “Jesus, ao ver a grande multidão, sentiu compaixão...”. Instantes depois os discípulos, preocupados com suas próprias impossibilidades, ouviram do seu Senhor: “Dai-lhes vós mesmos de comer...”. Eles perceberam que lhes faltava quase tudo. “Só temos cinco pães e dois peixes”. Ainda outros instantes e eis aqueles que tinham “só cinco pães” a oferecer da imensa generosidade amorosa do Senhor. O evangelista com sensibilidade catequética completou: “Ele deu aos discípulos, e os discípulos às multidões” (14,19).
            Façamos agora um pequeno exercício de imaginação. Vamos recordar quão grandes são as necessidades das nossas comunidades, dos nossos catequizandos, das suas famílias... Mais um passo e agora pensemos nas nossas pequenezas. Se o Senhor Jesus estiver por perto, falemos-lhe sobre “Só o que temos...”. O que ouviríamos? Ele aguarda nossa palavra. E eles, os catequizandos, como que a nos olhar, também estão a observar nossos gestos.
            Não precisamos oferecer do que não temos. Mas do que o Senhor tem a nos dar, dos seus dons, destes podemos transbordar. Vale lembrar que “Ele deu aos discípulos, e os discípulos às multidões”. Quando as forças faltarem, se as motivações diminuírem, se as desilusões lhe cansarem... entre tantas vozes, escolha a voz do Senhor. Ouça-o. Ele não deixará os seus escolhidos sem respostas. Como no caso dos discípulos, não lhes tirou nada, e lhes deu tudo.
            Em nome da CNBB, que representa os Bispos do Brasil, com muita afeição quero manifestar às centenas de milhares de Catequistas do Brasil as mais fortes palavras de gratidão. Que Deus lhes multiplique em bênçãos pela grande Bênção que são à nossa Igreja. 

Dom José Antonio Peruzzo
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral Bíblico-Catequética da CNBB



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Muito mais do que catequistas

No dia 28 de agosto, último domingo do Mês Vocacional, comemora-se o Dia do Catequista, aquele que promove a fé na comunidade cristã. Os catequistas carregam a importante missão de preparar crianças, jovens e adultos não só para os sacramentos, mas também para darem o testemunho de Cristo e do Evangelho no mundo. 
Esta missão, que faz parte da vida da Igreja, é essencial para todos, mas apresenta alguns desafios no dia a dia ao levar e testemunhar a mensagem de Jesus Cristo. Seja com crianças, jovens, adultos ou especiais, o trabalho de transmitir as verdades divinas é árduo, mas sempre gratificante.
“Catequizar é mais do que evangelizar e transmitir a Palavra de Deus. É fazer parte da vida de cada um e contribuir, como instrumentos de Deus, para que sejam bons cristãos, pessoas melhores. Não é fácil. Exige amor e dedicação” definiu a catequista Jandira Ferreira, da Paróquia São Rafael Arcanjo, em Vista Alegre.
Atuando na Iniciação Cristã de jovens e adultos, Jandira revela que a missão de catequista é uma grande responsabilidade, pois é preciso ter sensibilidade para ver o peso que determinados assuntos têm na vida de um catequizando. “Muitas vezes o que você coloca dentro de um encontro como verdade de fé vai cair como uma pedra na vida de uma pessoa. Isso pode surtir um efeito tanto positivo como negativo. Cabe ao catequista reconhecer e ajudar”, acrescentou.
Na catequese de jovens e adultos, o trabalho vai muito além da evangelização. O catequista se torna, em muitos casos, mãe, advogado e psicólogo. “A gente vai ajudar o ser humano a se encontrar como pessoa diante de Deus e diante do mundo”, disse Jandira, que está há 28 anos atuando como catequista. 
Ela conta um exemplo de uma ex-catequizanda que fez o ciclo três vezes e, mesmo após a conclusão, sempre voltava a procurá-la para um conselho, uma ajuda. “Eu me tornei um pouco mãe; sempre conversávamos em momentos difíceis, e ela sempre se acalmava com uma palavra amiga”. 
Além do trabalho direto com os catequizados, indiretamente a missão também atinge as famílias, que entram junto no processo evangelizador, como mencionou Ana Claudia Freitas, da Paróquia Santa Mônica, no Leblon. “Temos histórias lindas de mães que fizeram a Primeira Comunhão junto com os filhos e que hoje são catequistas”.
Ana Claudia, além de trabalhar com a Iniciação Cristã de crianças, é psicóloga por formação e estudante de pedagogia. Ela contou que são nos pequenos gestos que é possível ver a evolução da fé nas crianças. Isso, afirmou, a faz seguir em frente e continuar a missão. “A gente recebe crianças que ainda não têm vivência de religião, são muito cruas, e nós vamos apresentar para elas quem é Cristo. Nesse processo é muito importante todo o rito litúrgico, mas também o nosso testemunho da nossa vida como catequista”, relatou Ana. 
Há 23 anos Rosali Vila Real ingressou no curso de formação da catequese especial. A falta de uma catequese especial na paróquia para o filho fez com  que Rosali iniciasse a jornada. “Eu me descobri uma pessoa que fala de Jesus, de um modo que eles entendem, aceitam e amam”, confessou. 
Para ela, que atua na Paróquia São Francisco de Paula, na Barra, o fundamental de existir esse tipo de catequese é poder tornar os jovens portadores de deficiência inseridos na Igreja. Rosali admitiu que “há muitos desafios pelos quais os catequizandos têm que passar”, inclusive dentro da própria paróquia. Hoje ela dá cursos de formação para pessoas que desejam evangelizar na catequese especial e implanta o projeto nas dioceses vizinhas. 

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4772/muito-mais-do-que-catequistas

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Diversas paróquias celebram o Dia do Catequista

Como foi a celebração do Dia do Catequista na sua paróquia? Envie para nós uma foto através do e-mail: catequeserj@arquidiocese.org.br ou pelo nosso facebook: Iniciação Cristã RJ.

“Ser catequista é ter consciência de ser chamado e enviado para educar e formar na fé." (Vocação dos Catequistas, D. Orani Tempesta)


Paróquia Nossa Senhora da Glória (Largo do Machado)

Paróquia São Francisco de Assis (Rio Comprido)

Paróquia São Tiago Apóstolo (Lins de Vasconcelos)

Paróquia São Roque (Vila Valqueire)

Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Pavuna)

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Comissão da CNBB divulga mensagem para o Dia do Catequista

            A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou mensagem para os catequistas de todo o Brasil, por ocasião do dia a eles dedicado, 28 de agosto, no contexto do Mês Vocacional. O texto é assinado pelo arcebispo de Curitiba (PR) e presidente da Comissão, dom José Antônio Peruzzo.
            “Em nome da CNBB quero servir-me da data para uma palavra permeada de sincero afeto e imensa gratidão. Embora não seja possível ser suficientemente grato a tanta dedicação, com muita simplicidade, apresento-me para uma reflexão agradecida”, escreveu o arcebispo.
            Na mensagem, os catequistas são convidados a fazer memória de sua vocação, lembrando dos passos e desafios diante do chamado para evangelizar por meio da catequese.
            “Seu sim ajudou a Igreja a ser Evangelizadora; a ser mais Igreja. Sua dedicação de Catequista a (o) faz lembrar-se de que o Senhor Jesus quer ser conhecido mais por seu amor do que por doutrinas”, diz dom Peruzzo aos catequistas.
            Leia o texto na íntegra:

Caríssima irmã, caríssimo irmão Catequista.
            Os caminhos da Igreja no Brasil assinalam o mês de agosto com uma nobre particularidade. A temática vocacional recebe forte acentuação: dia dos pais, dia do padre, dia do religioso, dia do Catequista. Este previsto para o próximo dia 28.08.
            Em nome da CNBB quero servir-me da data para uma palavra permeada de sincero afeto e imensa gratidão. Embora não seja possível ser suficientemente grato a tanta dedicação, com muita simplicidade, apresento-me para uma reflexão agradecida. 
            Começo chamando-lhe à recordação uma sua experiência pessoal muito singular: lembra quando alguém lhe dirigiu o convite a tornar-se Catequista? Certamente está presente em sua memória a pessoa, as frases e o contexto. Lembra também de sua própria reação? Talvez inquietação, ou dúvidas, ou temor por não se sentir apta(o). É até possível que lhe tenha aflorado a preocupação pela falta de tempo...
            Mesmo assim, embora com tantas objeções, Você aceitou. Estou certo que ainda estão bem presentes os motivos que moveram a aceitar... E o Espírito Santo estava lá: movia, suscitava, inquietava. E eis que desde sua liberdade e desde sua capacidade de amar houve um movimento de afeição amorosa pelo Senhor, pela comunidade, pelos “seus” catequizandos.   
            Hoje, tendo já passado um bom tempo, talvez anos, cabem duas perguntas bastante simples: mais ofereceu ou mais recebeu? Mais aprendeu ou mais ensinou? É verdade que os desânimos por vezes se apresentaram; também sinais de cruz se pronunciaram. Mas quanto crescimento! Quantos sinais da proximidade de Deus! Quantas experiências de fé! É... Catequese é um caminho, um discipulado, um encontro que perdura e atravessa os anos. Mas o Senhor nunca se deixa vencer em generosidade. Quantas graças!!!
            Seu sim ajudou a Igreja a ser Evangelizadora; a ser mais Igreja. Sua dedicação de Catequista a(o) faz lembrar-se de que o Senhor Jesus quer ser conhecido mais por seu amor do que por doutrinas. Por isso mesmo o episcopado brasileiro lhe agradece, caríssima(o) Catequista. E neste dia louva o Senhor por seu ministério. Que Deus lhe multiplique em bênçãos a bênção que é Você para a nossa Igreja. 

Dom José Antonio Peruzzo
Arcebispo de Curitiba-PR
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética


Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4732/comissao-divulga-mensagem-para-o-dia-do-catequista

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

“Ser catequista é ser jardineiro de gente”

No quarto domingo de agosto, considerado pela Igreja o Mês Vocacional, comemora-se o Dia do Catequista. Essa é uma missão sublime e essencial na vida da Igreja, na qual os catecúmenos, após serem formados, recebem os Sacramentos da Iniciação Cristã, podendo assim, servir a Deus através do chamado sacerdotal, religioso, leigo e matrimonial.
Os catequistas são aqueles que escutam a voz do Senhor e se colocam a caminho para cumprir a última ordem de Jesus: “fazer discípulos entre todas as nações e ensinar-lhes a observar tudo que lhes tinha mandado” (Mt 29,19). Esses discípulos carregam a missão de educar e instruir o povo escolhido por Deus na fé, na caridade, no amor e de edificar o Corpo de Cristo. Tal chamado já é confirmado nos corações dos catequistas que, apesar das dificuldades, aceitam seguir o caminho escolhido por Deus.
“Ser catequista é permitir ser um instrumento de Deus na vida de Seus filhos e responder ao chamado de Deus”, disseram as catequistas Aline Marques e Haidê, ambas da Paróquia São Pedro do Mar, no Recreio.
Já Eliane Andrade, da Paróquia Santa Margarida Maria, no Leblon, contou o que seria fundamental na vida de um catequista.
“É importante entregar-se de todo o coração e sentir, em todos os momentos, a presença do Espírito Santo”, concluiu.
“Como educador na fé dos irmãos, o catequista é um devedor a todos do Evangelho que anuncia. Está aqui o ponto de partida: ajudar àqueles que estão iniciando ou reiniciando a vida cristã a entrarem nesta dinâmica do encontro com Cristo: a descobrirem que Ele está vivo no meio de nós, nos vê, nos ouve, compreende, perdoa, ama e, por isso, quer ficar conosco e nos ensinar que Ele mesmo é o caminho, a verdade e a vida”, sublinhou a coordenadora arquidiocesana da Iniciação Cristã, irmã Lúcia Imaculada.
“O que nos move é a alegria de fazer o que Cristo nos pede e a esperança de ver nossas crianças trabalhando por uma Igreja renovada”, sublinharam os catequistas da Paróquia Santos Anjos, no Leblon.
A Arquidiocese do Rio possui mais de oito mil catequistas, entre 25 e 45 anos, para os mais de 60 mil catequizandos de todas as idades espalhados pelas 266 paróquias cariocas. Embora a maioria sejam mulheres, o número de homens assumindo a catequese tem aumentado.
Com relação à Iniciação Cristã Infantil, irmã Lucia destacou que muitos desafios internos e externos são enfrentados, principalmente a dificuldade com as famílias.
“Há desafios internos, como a rotatividade de catequistas, a resistência de alguns no planejamento em conjunto e a falta de participação nos eventos promovidos pelos vicariatos ou em nível arquidiocesano. Já os desafios externos incluem a dificuldade de envolver a família dos catequizandos. Quando os valores da fé cristã são vividos por todos os membros, a família torna-se por excelência uma comunidade catequética. Cristo, presente na Igreja, vive também na comunidade familiar que é a Igreja doméstica”, completou.
As catequistas Patrícia Almeida, Marta Carneiro da Rocha e Úrsula Lobão, todas da Paróquia Santa Margarida Maria, contam sobre a diferença de quando a criança passa a frequentar a catequese e o comportamento da mesma nos últimos dias de encontro que antecedem a Primeira Eucaristia, além da alegria de poder servir através do chamado vocacional.
“Tinha uma criança no grupo que, no início, se negava a participar dos encontros e ficava com a cabeça debruçada sobre a mesa. No final do ano, ela era uma das mais empolgadas da catequese”, lembrou Patrícia.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Comemoração do Dia do Catequista

Em comemoração ao Dia do Catequista, a Comissão Arquidiocesana da Iniciação Cristã fez um agradável passeio à Ilha Fiscal.
            Nosso ponto de encontro foi a Igreja de São José, no Centro, onde rezamos o terço de Nossa Senhora de Belém e a Oração a São José. Em seguida, fomos para o Museu Naval, de onde o micro-ônibus partiria.
            Chegando à Ilha, a guia nos levou a conhecer todos os cômodos do lugar que é conhecido como “Último baile do Império”. O passeio durou aproximadamente 1 hora e meia.
            No retorno, nos confraternizamos, com um delicioso lanche e a distribuição de doces lembrancinhas para todos os catequistas. Foram momentos de muita alegria!

Que Deus abençoe todos os catequistas!

Feliz Dia do Catequista!