quinta-feira, 19 de abril de 2018

Há nove anos no Rio de Janeiro


D. Orani João Tempesta
Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro

Prezados(as) irmãos(ãs), com o coração cheio de júbilo, comemoro com todos os meus queridos diocesanos meus nove anos à frente desta amada arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Não posso, de modo algum, no entanto, deixar de lembrar com muita gratidão das demais mulheres e homens de fé de várias localidades do Brasil por onde passei. Destaco, de um modo especial, São José do Rio Pardo, cidade na qual nasci, recebi os sacramentos da Iniciação cristã e comecei, por pura graça de Deus, meu caminho vocacional no mosteiro Nossa Senhora de São Bernardo, hoje abadia. Fui seu primeiro abade. De São José do Rio Preto, SP, e Belém do Pará, onde pude servir como bispo e arcebispo, respectivamente, até ser transferido aqui para o Rio de Janeiro por Sua Santidade, o Papa Bento XVI, por quem, agradecido, rezo pelo seu aniversário natalício, de 91 anos, no dia 16 último. Agradeço também ao Santo Padre, o Papa Francisco por ter me escolhido para o Colégio Cardinalício. Tal escolha é, sem dúvida, uma grande deferência do Sumo Pontífice para com este filho devotado da Igreja, mas não deixa de representar para mim um grande compromisso de mais e melhor servir ao Povo de Deus. Peço, desde já, a oração de todos para que eu possa fazer frutificar os talentos que o Senhor me pediu para administrar.
Querido(a) irmão(ã), relendo o que lhes disse, em minha posse, julguei oportuno recordar alguns grandes pontos a fim de reafirmar meu compromisso diante de Deus, de quem procede todas as bênçãos e graças, e perante cada um(a) que o Senhor colocou à minha frente para que eu possa servir e amar, como o próprio Cristo quer servir e amar, hoje, na pessoa de seus ministros. Estamos à frente de uma diocese para dar testemunho vivo desse amor misericordioso do Senhor para com a humanidade sofredora. Ajudem-me com suas preciosas orações!
Venho da experiência de uma vida monástica, que me educou sobre a importância da vida comunitária e a necessidade de uma espiritualidade eclesial para que nossas ações sejam inspiradas na Palavra de Deus e no encontro com o Cristo Vivo. Não tenho como olvidar essa característica, que, longe de me afastar, me fez amar e sentir com a Igreja, na Oração e no Trabalho. A necessidade de uma vida em comunidade está na raiz de minha vocação e em minha experiência monástica.
Venho do serviço a uma Igreja viva do Oeste Paulista – São José do Rio Preto, onde aprendi a necessidade de ouvir sempre e partilhar e olhar com carinho e amor todo o povo de Deus. A presença de tantos presbíteros, seminaristas, religiosas, consagrados e cristãos leigos demonstram os laços que nos unem e que Deus construiu na minha caminhada Diocesana. Alegro-me pela presença de tantos dessa minha primeira Diocese.
Venho de uma terra calorosa, não só pela proximidade do Equador, mas pelo seu povo moreno e amoroso que, além da fidelidade a Cristo e à Igreja, no meio de tantas dificuldades dá ao mundo um sinal grandioso de sua piedade popular no Círio de Nazaré, e que me fez aprofundar nas questões amazônicas e sentir de perto as necessidades, angústias e sonhos de um povo. Como esquecer aqueles que me cativaram e, consequentemente, se tornaram responsáveis pela minha caminhada futura? Sei que venho carregado pelas orações de milhões de paraenses e com o compromisso de continuarmos amigos para sempre! Continuem unidos e animados no trabalho de Evangelização! Obrigado pelo carinho, acolhimento e partilha!

segunda-feira, 16 de abril de 2018

"Feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo."

Aconteceu na Casa de Retiro Joari, em Campo Grande, neste sábado, 14/04, a Formação para catequistas do Pré-Catecumenato Infantil do Vicariato Oeste/Santa Cruz.
Organizado pela estreante coordenadora da Pré do Vicariato Santa Cruz, Glória Guerra, o encontro foi classificado como muito animado pelos 150 catequistas presentes.
 Agradecemos a Deus por tudo que realizou e há de realizar. Somos felizes por caminhar. Que Ele nos una sempre no seu amor.  

Formação Pré Oeste/Santa Cruz

Hoje, Bento XVI completa 91 anos

O Sumo Pontífice Emérito, Bento XVI, completa hoje 91 anos de idade. Dentro de três dias, em 19 de abril, recordará o aniversário de sua eleição como sucessor de São Pedro, que ocorreu em 2005.
Bento XVI – Cardeal Joseph Ratzinger –, nasceu em Marktl am Inn, na diocese de Passau (Alemanha), em 16 de abril de 1927.
Entre os importantes trabalhos que desempenhou a serviço da Igreja, destaca que em 1962 participou do Concílio Vaticano II como consultor teológico do então Arcebispo de Colônia (Alemanha), Cardeal Joseph Frings.
Além disso, serviu durante anos como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Presidente da Pontifícia Comissão Bíblica e da Pontifícia Comissão Teológica Internacional, assim como Decano do Colégio dos Cardeais.
Em 11 de fevereiro de 2013, anunciou sua renúncia ao pontificado, o que se fez efetivo na quinta-feira 28 do mesmo mês. Atualmente, Joseph Ratzinger vive no mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano, onde se dedica à leitura e à oração.
Uma de suas últimas e mais memoráveis aparições foi ao lado do Papa Francisco durante a canonização de João Paulo II e João XXIII, considerado pela imprensa como "o dia dos quatro Papas”.
Em 14 de fevereiro de 2015, Bento XVI participou da criação de 20 novos cardeais pelo Papa Francisco e, em 8 de dezembro do mesmo ano, foi o primeiro peregrino que atravessou a Porta Santa da Basílica de São Pedro, na abertura do Ano Jubilar.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/hoje-bento-xvi-completa-91-anos-29598

Em missa, bispo celebra a presença e organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil

O sexto dia de trabalhos da 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) começou com a Santa Missa celebrada no Altar Central do Santuário Nacional da Aparecida na manhã desta segunda-feira, 16.
A celebração foi presidida pelo bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, dom Severino Clasen. Participaram da procissão de entrada os bispos da Comissão e a presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Marilza Schuina.
Dom Severino começou a homilia recordando que o Ano Nacional do Laicato celebra a presença e organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil aprofundando sua identidade, vocação, espiritualidade e missão. Testemunhando Jesus Cristo e seu reino na sociedade.
A partir deste objetivo do Ano do Laicato, o bispo fez uma reflexão com a primeira leitura (At 6,8-15), onde Estevão enfrenta um grande conflito com alguns membros da sinagoga dos libertos e outros tradicionais da comunidade ao aprofundar a identidade, vocação, espiritualidade e missão para poder com liberdade testemunhar Jesus Cristo e seu reino.
“Nota-se claramente um conflito provocado por Estevão por ultrapassar os velhos costumes e se deixar conduzir pelo Espírito Santo em defesa da comunidade”.
Refletindo sobre o Evangelho, dom Severino diz que Jesus anuncia com a vida a sintonia com o Pai. “Nós temos Jesus Cristo para apresentar ao mundo onde falta o alimento da verdade, da justiça e autenticidade. Esse é o alimento que nunca se corrompe”.
O bispo ressalta que é preciso incentivar e apoiar as iniciativas do Ano Nacional do Laicato para que produza na consciência de todos dos cristãos a firmeza de buscar o Jesus de Nazaré que apresente o Reino de Deus, o Reino sem corrupção, um Reino de Justiça e de paz. A espiritualidade Cristã sempre terá por fundamentos os mistérios da encarnação e da redenção de Jesus Cristo. Este enfoque deve permear a formação laical desde o processo da iniciação a vida cristã.
“Não existe fé cristã sem comunidade eclesial. O cristão se forma e se experimenta numa comunidade eclesial”. O testemunho de Santo Estevão que foi martirizado defendendo a comunidade de fé se repete nos mártires de ontem, de hoje e que sem dúvida teremos no amanhã”.
Dom Severino lembrou que nos últimos anos tem aumentado o assassinato de muitas lideranças nas comunidades periféricas que não são notícias, ou que são desmoralizadas para que não sejam notícias.
“São pobres que morrem. É preciso levantar esses nomes e evitar que outros líderes que defendem os pobres sejam preservados e possam encorajar todas as pessoas para que superem a onda de ódio, de perseguição, de mortes brutas financiadas pela força do capital e entidades secretas que matam, destroem vidas e a dignidade dos filhos de Deus”.
E completou: “A busca do pão vivo deve ser a maior preocupação dos cristãos leigos e leigas para que as estruturas sociais garantam o pão cotidiano, aquele pão que une e constrói segurança e sustentabilidade para toda a comunidade, humanidade, sobretudo aos pobres, abandonados, os sofridos de nossas cidades e metrópoles”.
Dom Severino finaliza invocando o Espírito Santo que ilumine a todos para que a 56ª AG confirme o princípio da unidade, caridade, ternura. “Não nos deixemos desanimar pelos que tentam destruir a alegria de sermos irmãos e nos queremos bem”, conclui.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/em-missa-bispo-celebra-presenca-e-organizacao-dos-os-cristaos-leigos-e-leigas-no-brasil/

sexta-feira, 13 de abril de 2018

"Não ser cristãos aguados que esquecem a alegria do testemunho", exorta o Papa

Na Missa presida na capela de Santa Marta na manhã de hoje, o Papa Francisco falou contra os cristãos aguados que mal se lembram da obra de Deus na vida deles.
“Acontece que muitas vezes os pecados, os comprometimentos, o medo, nos fazem esquecer este primeiro encontro, do encontro que nos mudou a vida. E nos remete a uma lembrança, mas a uma lembrança aguada; nos faz cristãos mas como ‘colônia de rosas’. Aguados, superficiais”.
Francisco pediu para recordar o primeiro encontro com Jesus que "mudou sua vida" e explicou que uma boa ocasião são os 50 dias do tempo pascal, que foram para os apóstolos um "tempo de alegria".
O Santo Padre destacou que “uma vida de obediência” é aquela que caracteriza os apóstolos que receberam o Espírito Santo para continuar sua missão. É por isso que os cristãos são "aqueles que obedecem a Deus".
Comentando as leituras do dia, recordou que as coisas mundanas eram "o dinheiro" e lembrou como o próprio Jesus disse que não se podia servir o Senhor e o dinheiro.
Mas os apóstolos também dão “testemunho”: “o testemunho cristão incomoda. O testemunho cristão não conhece o ‘meio-termo’ e conhece a paciência de acompanhar as pessoas que não compartilham o nosso modo de pensar, a nossa fé, de tolerar, mas jamais de vender a verdade”.
“Primeiro, obediência. Segundo, testemunho, que incomoda tanto. E todas as perseguições que existem, daquela época até hoje... Pensem nos cristãos perseguidos na África, no Oriente Médio… Mas existem mais do que nos primeiros tempos, na prisão, degolados, enforcados por confessar Jesus. Testemunho até o fim”.
O Papa também destacou que os apóstolos falavam de coisas concretas e "não de fábulas".
“Devemos pedir sempre a graça ao Espírito Santo da concretude. Jesus passou pela minha vida, pelo meu coração. O Espírito entrou em mim. Talvez, depois, tenha esquecido, mas a graça da memória do primeiro encontro”.
Portanto, “é tempo de pedir a alegria pascal”. “Peçamos uns aos outros, mas aquela verdadeira alegria que vem do Espírito Santo, que dá o Espírito Santo: a alegria da obediência pascal, a alegria do testemunho pascal e a alegria da concretude pascal”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/nao-ser-cristaos-aguados-que-esquecem-a-alegria-do-testemunho-exorta-o-papa-52552


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Nova Exortação Apostólica do Papa Francisco lançada hoje: "Gaudete et Exsultate"

Os desafios de ser santos no mundo atual. Em sua Exortação Apostólica 'Gaudete et Exsultate', o Papa dá indicações sobre como viver a santidade - um chamado que é para todos - em um mundo que apresenta tantos desafios à fé. Mas Francisco começa o documento, falando sobre o espírito de alegria.

Nós nos tornamos santos vivendo as bem-aventuranças, o caminho principal porque "contra a corrente" em relação à direção do mundo. O chamado à santidade é para todos, porque a Igreja sempre ensinou que é um chamado universal e possível a qualquer um, como demonstrado pelos muitos santos "da porta ao lado".
A vida de santidade está assim intimamente ligada à vida de misericórdia, "a chave para o céu". Portanto, santo é aquele que sabe comover-se e mover-se para ajudar os miseráveis e curar as misérias. Quem esquiva-se das "elucubrações" de velhas heresias sempre atuais e quem, entre outras coisas, em um mundo "acelerado" e agressivo "é capaz de viver com alegria e senso de humor."

Não é um "tratado", mas um convite 
É precisamente o espírito de alegria que o Papa Francisco escolhe colocar na abertura de sua última Exortação Apostólica.
O título "Gaudete et Exsultate", "Alegrai-vos e exultai," repete as palavras que Jesus dirige "aos que são perseguidos ou humilhados por causa dele”.
Nos cinco capítulos e 44 páginas do documento, o Papa segue a linha de seu magistério mais profundo, a Igreja próxima à "carne de Cristo sofredor."
Os 177 parágrafos não são – adverte -  "um tratado sobre a santidade, com muitas definições e distinções", mas uma maneira de "fazer ressoar mais uma vez o chamado à santidade", indicando "os seus riscos,  desafios e oportunidades"(n. 2).

A classe média da santidade 
Antes de mostrar o que fazer para se tornar santos, o  Papa Francisco se detém no primeiro capítulo sobre o "chamado à santidade" e reafirma: há um caminho de perfeição para cada um e não faz sentido desencorajar-se  contemplando "modelos de santidade que lhe parecem inatingíveis" ou procurando  “imitar algo que não foi pensado para ele”. (n. 11).
"Os santos, que já chegaram à presença de Deus" nos “protegem, amparam e acompanham" (n. 4), afirma o Papa. Mas, acrescenta, a santidade a que Deus nos chama, irá crescendo com "pequenos gestos" (n. 16 ) cotidianos, tantas vezes testemunhados por “aqueles que vivem próximos de nós", a "classe média de santidade" (n. 7).

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Mensagem de Páscoa e Bênção Urbi et Orbi 2018 do Papa Francisco

Como todo Domingo da Ressurreição, do balcão central da Basílica de São Pedro, o Papa Francisco compartilhou a Mensagem de Páscoa e deu a Bênção “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo).
Na Mensagem, recordou alguns conflitos atuais ativos em algumas partes do mundo e sublinhou que “a morte, a solidão e o medo já não são a última palavra. Há uma palavra que vem depois e que só Deus pode pronunciar: é a palavra da Ressurreição”.

Queridos irmãos e irmãs, feliz Páscoa!

Jesus ressuscitou dos mortos.

Ressoa na Igreja, por todo o mundo, este anúncio, juntamente com o cântico do Aleluia: Jesus é o Senhor, o Pai ressuscitou-O e Ele está vivo para sempre no meio de nós.
O próprio Jesus preanunciara a sua morte e ressurreição com a imagem do grão de trigo. Dizia: «Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12, 24). Foi isto mesmo que aconteceu: Jesus, o grão de trigo semeado por Deus nos sulcos da terra, morreu vítima do pecado do mundo, permaneceu dois dias no sepulcro; mas, naquela sua morte, estava contida toda a força do amor de Deus, que se desencadeou e manifestou ao terceiro dia, aquele que celebramos hoje: a Páscoa de Cristo Senhor.
Nós, cristãos, acreditamos e sabemos que a ressurreição de Cristo é a verdadeira esperança do mundo, a esperança que não decepciona. É a força do grão de trigo, a do amor que se humilha e oferece até ao fim e que verdadeiramente renova o mundo. Esta força dá fruto também hoje nos sulcos da nossa história, marcada por tantas injustiças e violências. Dá frutos de esperança e dignidade onde há miséria e exclusão, onde há fome e falta trabalho, no meio dos deslocados e refugiados – frequentemente rejeitados pela cultura atual do descarte – das vítimas do narcotráfico, do tráfico de pessoas e da escravidão dos nossos tempos.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Papa explica a Semana Santa: Com a Páscoa o cristão se transforma em alguém novo

O Papa Francisco fez uma pausa no ciclo de catequeses sobre a Missa para falar do Tríduo Pascal, os três dias chaves da Semana Santa, que “marcam as etapas fundamentais de nossa fé e de nossa vocação no mundo”.
“Todos os cristãos são chamados a viver estes três dias santos como, por assim dizer, a ‘matriz’ de sua vida pessoa e comunitária”, explicou.
“Estes três dias repropõem ao povo cristão os grandes eventos da salvação realizados por Cristo, e assim o projetamos no horizonte de seu destino futuro e o reforçam em seu compromisso de testemunho na história”.
Francisco explicou que, na manhã de Páscoa, “o canto da Sequência fará ouvir solenemente o anúncio da ressurreição”. Palavras que contêm “um anúncio de alegria e de esperança, mas também um apelo à responsabilidade e à missão”.
“Este anúncio é o centro de nossa fé e da nossa esperança, é o kerigma que continuamente evangeliza a Igreja e que, por sua vez, é enviada a evangelizar”.
Também recordou que “pelo Batismo, de fato, somos renascidos com Jesus e morrermos para as coisas e a lógica do mundo. Somos renascidos como criaturas novas: uma realidade que pede tornar-se existência concreta dia a dia”.
O Papa acrescentou que “um cristão, se verdadeiramente deixa-se lavar por Cristo, se verdadeiramente deixa-se despojar por Ele do homem velho para caminhar em uma vida nova, mesmo permanecendo pecador – porque todos o somos – não pode ser corrupto; não pode mais viver com a morte na alma, nem ser causa de morte”.
Neste sentido, sublinhou que “o próximo, sobretudo o menor e mais sofredor, torna-se a face concreta à qual doar o amor que Jesus nos doou”.
“O mundo se transforma no espaço de nossa vida de ressuscitado. De pé, e com a cabeça erguida, podemos compartilhar a humilhação daqueles que ainda hoje, como Jesus, estão no sofrimento, na nudez, na necessidade, na solidão, na morte, para ser, garças a Ele e com Ele, instrumento de resgate e de esperança, sinais de vida e de ressurreição”.
O Papa convidou a se preparar para estes três dias e “estar sempre mais profundamente inseridos no mistério de Cristo, morto e ressuscitado por nós”. “Que a Virgem nos obtenha a graça de estarmos interiormente envolvidos pelas celebrações dos próximos dias, para que o nosso coração e a nossa vida sejam realmente transformados por elas”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/papa-explica-a-semana-santa-com-a-pascoa-o-cristao-se-transforma-em-alguem-novo-31018/