quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Formações do início do ano - Parte 2


        Chega fevereiro e com ele, muitas oportunidades de cursos, jornadas catequéticas, retiros e tantas outras formas de animar e formas os catequistas da iniciação cristã.

     Em todos os vicariatos aconteceram momentos formativos com ênfase no Ano Nacional Mariano e Ano da Família na Arquidiocese do Rio de Janeiro. Dois temas que ainda serão e bastante aprofundados, e que fornecem muito conteúdo espiritual e pastoral, que fornecerão pistas de ação para nossas comunidades paroquiais.


                    Abaixo, fotos de alguns dos eventos:

Vicariato Jacarepaguá

Vicariato Leopoldina 

Vicariato Norte

Vicariato Sul

Vicariato Suburbano

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Formações do início do ano - Parte 1

         A Comissão da Iniciação Cristã da Arquidiocese, iniciou o ano com visitas aos vicariatos, para encontro com coordenadores paroquiais, com o objetivo de formar, informar e trocar experiências. A programação contou com a reflexão sobre o Ano Mariano, apresentada pelo assistente eclesiástico Pe. Eufrázio Luiz Morais da Silva.

            Após a apresentação sobre Escola Catequética e o projeto Lectionautas, houve a divisão dos coordenadores, pelos quatro segmentos da iniciação cristã. São eles, Pastoral do Batismo, Catequese Especial, Crianças e Adolescentes, Jovens e Adultos. Neste momento os participantes puderam estar em contato com os coordenadores arquidiocesanos e vicariais de cada segmento para apresentação de propostas, sugestões e partilha de experiências.

            O resultado foi muito positivo, com presença maciça de coordenadores, manifestando a riqueza de atividades que são desenvolvidas em todos os vicariatos da Arquidiocese.

            Sendo um encontro fraterno, não poderia faltar o gostoso lanche partilhado , a alegria e o entusiasmo, manifestados pela homenagem à Nossa Senhora Aparecida, neste Ano Mariano, que celebra os 300 anos do encontro da imagem, nas águas do Rio Paraíba do Sul.

        Veja , abaixo, as fotos dos vicariatos:
  • 28/01 – Leopoldina e Suburbano – Paróquia Bom Jesus da Penha

  • 29/01 – Jacarepaguá e Sul – Paróquia N. Sra. da Paz – Ipanema

  • 04/02 – Manhã: Oeste e Santa Cruz – Paróquia N. Sra. da Conceição – Realengo
               Tarde: Norte e Urbano – Paróquia S. Francisco Xavier – Tijuca


          Fotos da homenagem a Nossa Senhora Aparecida:





 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Homilia do Papa Francisco

Papa fala sobre coragem, oração e humildade para anunciar o Evangelho em Homilia

  Coragem, oração e humildade: estes são os traços que caracterizam os grandes “arautos” que ajudaram a Igreja a crescer no mundo, que contribuíram à sua missionariedade. Foi o que disse o Papa na missa celebrada na manhã de terça-feira (14/02) na capela da Casa Santa Marta.
  Necessita-se de “semeadores de Palavra”, de “missionários, de verdadeiros arautos” para formar o povo de Deus, como foram Cirilo e Metódio, “irmãos intrépidos e testemunhas de Deus que fizeram da Europa mais forte", padroeiros do continente.  Na homilia, o Papa indicou as três características da personalidade de um “enviado” que proclama a Palavra de Deus, inspirando-se no Evangelho de Lucas que a liturgia propõe.
  A primeira característica é a “franqueza”, que inclui força e coragem:
  “A Palavra de Deus não pode ser levada como uma proposta – “bom, se você gostar...” – ou como uma ideia filosófica ou moral, boa – “você pode viver assim …” … Não. É outra coisa. Precisa ser proposta com esta franqueza, com aquela força, para que a Palavra penetre, como diz o próprio Paulo, até os ossos. A Palavra de Deus deve ser anunciada com esta franqueza, com esta força … com coragem. A pessoa que não tem coragem – coragem espiritual, coragem no coração, que não está apaixonada por Jesus, e dali vem a coragem! – não, dirá, sim, algo de interessante, algo moral, algo que fará bem, um bem filantrópico, mas não tem a Palavra de Deus. E esta palavra é incapaz de formar o povo de Deus. Somente a Palavra de Deus proclamada com esta franqueza, com esta coragem, é capaz de formar o povo de Deus”.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Dia Mundial do Doente

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
 FRANCISCO
 PARA A XXV JORNADA MUNDIAL DO DOENTE 2017

 
(Lourdes, 11 de fevereiro de 2017)
Tema: «Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)»

Queridos irmãos e irmãs,
No próximo dia 11 de fevereiro, celebrar-se-á em toda a Igreja, e de forma particular em Lourdes, a XXV Jornada Mundial do Doente, sob o tema: «Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)». Instituída pelo meu predecessor São João Paulo II em 1992 e celebrada a primeira vez precisamente em Lourdes no dia 11 de fevereiro de 1993, tal Jornada dá ocasião para se prestar especial atenção à condição dos doentes e, mais em geral, a todos os atribulados; ao mesmo tempo convida quem se prodigaliza em seu favor, a começar pelos familiares, profissionais de saúde e voluntários, a dar graças pela vocação recebida do Senhor para acompanhar os irmãos doentes. Além disso, esta recorrência renova, na Igreja, o vigor espiritual para desempenhar sempre da melhor forma a parte fundamental da sua missão que engloba o serviço aos últimos, aos enfermos, aos atribulados, aos excluídos e aos marginalizados (cf. João Paulo II, Motu proprio Dolentium hominum, 11 de fevereiro de 1985, 1). Com certeza, os momentos de oração, as Liturgias Eucarísticas e da Unção dos Enfermos, a interajuda aos doentes e os aprofundamentos bioéticos e teológico-pastorais que se realizarão em Lourdes, naqueles dias, prestarão uma nova e importante contribuição para tal serviço.
Sentindo-me desde agora presente espiritualmente na Gruta de Massabiel, diante da imagem da Virgem Imaculada, em quem o Todo-Poderoso fez maravilhas em prol da redenção da humanidade, desejo manifestar a minha proximidade a todos vós, irmãos e irmãs que viveis a experiência do sofrimento, e às vossas famílias, bem como o meu apreço a quantos, nas mais variadas tarefas de todas as estruturas sanitárias espalhadas pelo mundo, com competência, responsabilidade e dedicação se ocupam das melhoras, cuidados e bem-estar diário de todos vós. Desejo encorajar-vos a todos – doentes, atribulados, médicos, enfermeiros, familiares, voluntários – a olhar Maria, Saúde dos Enfermos, como a garante da ternura de Deus por todo o ser humano e o modelo de abandono à vontade divina; e encorajar-vos também a encontrar sempre na fé, alimentada pela Palavra e os Sacramentos, a força para amar a Deus e aos irmãos mesmo na experiência da doença.
Como Santa Bernadete, estamos sob o olhar de Maria. A jovem humilde de Lourdes conta que a Virgem, por ela designada «a Bela Senhora», a fixava como se olha para uma pessoa. Estas palavras simples descrevem a plenitude dum relacionamento. Bernadete, pobre, analfabeta e doente, sente-se olhada por Maria como pessoa. A Bela Senhora fala-lhe com grande respeito, sem Se pôr a lastimar a sorte dela. Isto lembra-nos que cada doente é e permanece sempre um ser humano, e deve ser tratado como tal. Os doentes, tal como as pessoas com deficiências mesmo muito graves, têm a sua dignidade inalienável e a sua missão própria na vida, não se tornando jamais meros objetos, ainda que às vezes pareçam de todo passivos, mas, na realidade, nunca o são.