sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

As Festas de Natal e seus Símbolos [parte 2]


Anjos e Sinos
Como outrora os coros dos anjos, hoje, os sinos bimbalham alegremente, anunciando-nos a Boa Nova que é para todos os homens: “Nasce-nos o Salvador, hoje e sempre!” (leia Lc 2,8-14)


Presépio


Idealizado por São Francisco de Assis, o presépio serve muito para lembrar a todos nós, o despego às coisas deste mundo: o Filho de Deus desprezou os bens terrenos e nasceu desabrigado, em pobre gruta de Belém.

Lembra-nos também o dever da hospedagem, da boa acolhida que se deve dar a Jesus, Homem-Deus.

Em Belém não houve lugar para Ele! Em nossa família haverá? E em nosso coração? Se há lugar para Cristo em nosso coração, haverá também para Ele na pessoa do pobre, do enfermo?

Velas... Para quê?


As velas são símbolo de Cristo – Luz do mundo – já anunciado pelos profetas: “O povo que andava nas trevas viu uma grande Luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa, resplandeceu uma Luz.” (Is 9,1)

“Não terás mais necessidade do sol para te alumiar, nem da luz para te iluminar, permanentemente terás por Luz, o Senhor e por resplendor, o teu Deus.” (Is 60,19)

Há arranjos de Natal em que aparecem três velas. Isto significa a tríplice geração do Verbo:
- Eterna, em Deus: “No princípio era o Verbo e o Verbo estava em Deus e o Verbo era Deus.” (Jo 1,1)
- No tempo: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós e nós vimos a sua Glória.” (Jo 1,14)

- Na Graça: é a Presença de Deus em nós, por Cristo Jesus, no Amor do Espírito Santo: “... quem Me ama guarda os meus mandamentos. Meu Pai o amará, viremos a Ele e faremos nele morada.” (Jo 14,23)